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quinta-feira, 10 de maio de 2012

MFC EUNÁPOLIS-BA PROMOVE ENCONTRO CONJUGAL


O
 Movimento Familiar Cristão de Eunápolis - Bahia realizou no domingo, 29 de abril, um belíssimo ENCONTRO CONJUGAL com o tema: “Eu e minha Família serviremos ao Senhor” JS 24,15, desenvolvido com a metodologia participativa e tendo como mediadores  Padre Marcelo, administrador da quase paróquia de São Pedro, no Urbis I; Jonas e Valda (MFC-Eunápolis); e Edson e Neide (MFC-Eunápolis).

O Encontro teve ainda a participação dos casais Nunes e Clemildes (MFC-Itamaraju) e Joel e Alexsandra (Coordenação Estadual e MFC-Porto Seguro). 

O MFC de Eunápolis demonstrou mais uma vez sua força na unidade e no jeito próprio de realizar encontros. O Encontro teve a participação de diversas Equipes de Base que colaboraram com zelo e presteza à ECCi-Eunápolis neste trabalho de evangelização.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

MFC TUPÃ-SP PROMOVE JANTAR DANÇANTE EM HOMENAGEM AS MÃES


O
 Movimento familiar Cristão de Tupã – São Paulo realiza no próximo sábado, dia 12 de maio, a segunda edição do “JANTAR DANÇANTE DAS MÃES”.

A festa em comemoração ao DIA DAS MÃES, que foi sucesso no ano passado, este ano acontecerá no Tupã Tênis Clube, com animação da Banda Atenas – de Tupã.

Os recursos angariados com o evento serão utilizados para a manutenção das atividades do MFC.

Os interessados em prestigiar a segunda edição do “JANTAR DANÇANTE DAS MÃES”, do Movimento Familiar Cristão de Tupã devem fazer reserva antecipada do convite, com Adão, através do telefone (14) 9747-1013.

A Cidade de Tupã está situada no interior do estado de São Paulo. Fica distante 435,9 km a Oeste-noroeste da capital do estado em linha reta e 514 km por via rodoviária, é uma das mais importantes da chamada Alta Paulista, região que tradicionalmente se refere como a faixa de terras situada entre os rios Aguapeí e do Peixe, por onde passava o traçado do Tronco Oeste da antiga Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

terça-feira, 8 de maio de 2012

ABRAM OS OLHOS - CURA DE UM CEGO DE NASCENÇA

 -ABRAM OS OLHOS -
CURA DE UM CEGO DE NASCENÇA
JORGE LEÃO – MFC/MA

J
esus cura um cego de nascença, no templo, que é o espaço da peregrinação religiosa judaica, tendo que enfrentar a visão extremista dos fariseus. A reação violenta contra a realidade que se mostra plausível diante de seus olhos é fruto de uma conhecida elaboração doutrinária da religião, em que a lei tem supremacia sobre a condição humana. Nada mais previsível que uma palavra (ou melhor, doutrina) religiosa imbuída da arrogância e da prepotência de suas “verdades” irrefutáveis.

Mas, no evangelho de Jesus, o amor não conhece os limites ou imposições da lei. O amor é maior que a religião [1]. Ele enxerga a necessidade do outro como clamor. Não há mais tempo para longas explicações sobre o porquê de nossas frequentes lamentações. Por isso, dentro do cenário restrito das autoridades, o Mestre envia o cego de nascença à piscina de Siloé [2]. Logo em seguida, recuperada a visão, todos em volta, com olhos aturdidos, perguntaram-se sobre aquele homem, e se porventura não haveria naquela versão dos fatos alguma confusão ou ludíbrio.

“Sou eu mesmo” (vers. 9). Esta é a resposta do homem. A indicação que ele dá aos fariseus é sobre certo “homem chamado Jesus que fez lama em meus olhos e mandou que fosse lavar os olhos na piscina de Siloé. Fui, lavei-me e recobrei a vista” (vers. 11).

Há um simbolismo profundo nesta passagem. O Mestre usa os elementos da terra, a lama, para abrir os olhos, depois a água. A cura que nos abre os olhos para a dimensão do divino inicia-se com a ligação a mãe terra. As mãos são os instrumentos e a terra a fonte. Para chegar à água na piscina de Siloé é necessário correr o risco da adesão à terra por meio do toque das mãos do Mestre em nossos olhos. O caminho é a plenitude telúrica, a fim de abrir-nos os olhos para a “luz do mundo” [3].

Contudo, para o poder religioso instituído na época, aquela cura representa uma profunda ameaça à estabilidade moral do povo. Aquele homem cego era sinal de um nascimento em pecado, segundo a interpretação corrente. Jesus, mais uma vez desapontando os olhos embaçados dos fariseus, aponta a misericórdia de Deus como sinal de vida. Há, então, um choque entre duas visões de Deus.

Uma, que aproxima Deus dos olhos dos homens. É a letra da lei que impera nesta primeira interpretação. Temos a herança do pecado sobre o sofrimento de uma vida destinada à exclusão da graça. Aquele homem era mendigo, perambulava pelas ruas sem qualquer sinal de mudança.

Com a chegada da “luz do mundo”, rompe-se com a obnubilação advinda de um olhar determinista da autoridade religiosa sobre a pessoa humana. Neste caso, a lei maior é o amor, e os caminhos que se mostram para o homem cego condenado à vida mendicante são o da misericórdia e do perdão, “para que nele sejam manifestadas as obras de Deus” (vers. 3).

É preciso abrir nossos olhos diante da visão estreita de uma religião que apenas julga e condena. Dentro do “lugar sagrado” é preciso dizer que não é o templo de pedra que nos religa a Deus, mas uma consciência aberta à realidade infinita da abundante graça divina. Jesus mergulha o ser humano no âmbito do ser. Ele nos envia para a piscina de Siloé, simbolicamente, para que possamos ver novamente.

A água pode ser interpretada como a própria experiência da reconciliação do homem cego com Deus. A água purifica, lavando nossos olhos da poeira do egoísmo e da limitada compreensão de nossa existência no mundo.

A ida à piscina transporta-nos, com isso, para os pés do Mestre. Isto incomoda profundamente as autoridades religiosas de ontem e de hoje. Assim sendo, a experiência da visão purificada na água de Siloé implica na adesão incondicional à lei do amor. Agora vemos translúcidos. Jesus nos abre a porta do templo interior, onde reside a visão essencial de todas as coisas.

A passagem termina com uma palavra dura aos fariseus: “se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas dizeis: ‘nós vemos’. Vosso pecado permanece” (vers. 41). Como é sabido, é bem mais fácil falar do julgamento alheio e explicar os males do mundo pela lente da condenação. Isto pressupõe um lugar de fala que se auto-intitula “santo”. Tal postura traduz claramente que é muito arriscado manter uma postura religiosa aos olhos do mundo, sempre santa, e sem pecados...

É comum rodear a palavra condenatória com ares de representantes de Deus na terra. Jesus, em sua peregrinação terrestre, jamais se auto-intitula “santo”, pois sabe que o mergulho no ser implica em uma atitude silente, de paz e gratuidade.

Precisamos de um olhar que se lance ao mundo, ansioso por ver a “luz do mundo”. No contato direto de nossos olhos com a luz, surgirá inicialmente a dor do ver sem óculos escuros. A experiência da visão redimida é uma adesão paulatina, no dia-a-dia dos desafios no mundo. Constitui, portanto, um desafio radical que traduz a suprema experiência do ver da fé, plena e livremente liberta das amarras da lei e do dogma religioso, ainda sem perceber a graça translúcida diante das colunas de pedra de nossos ornamentos, pré-conceitos, julgamentos e condenações.

Vendo frente a frente o homem que nos restitui a luz, poderemos, enfim, dizer: "agora, Senhor, eu te vejo com meus próprios olhos".

segunda-feira, 7 de maio de 2012

MFC BAGÉ/RS PARTICIPOU DA FESTA EM HOMENAGEM A SÃO JOSÉ

Capela de São José - Bagé/RS

M
embros do Movimento Familiar Cristão de Bagé – Rio Grande do Sul participaram das festividades em homenagem a São José, o santo protetor dos trabalhadores, promovendo várias atrações durante todo o dia 1º de maio, com a participação de centenas de fiéis.

As atividades tiveram inicio às 10 horas com uma procissão que partiu da frente da Vila Vicentina em direção à capela São José onde foi celebrada uma Missa Festiva pelo bispo Dom Gílio Felício com o tema “Trabalho e os Trabalhadores”.

Ao final da celebração eucarística todos os fiéis foram convidados a almoçar no salão da capela, ao preço de R$ 15,00, onde foi servido um cardápio composto por galeto, polenta, salada e macarrão.

Após o almoço, às 13hs30min, iniciou-se um bingo doce, com as sobremesas preparadas pelos membros do Movimento Familiar Cristão e integrantes da comissão da festa. A cartela custou R$ 2,00.

Toda a renda obtida com o almoço e o bingo foram revertidos para a obra de restauração da parte externa da capela. As melhorias terão um custo aproximado em R$ 40 mil. O projeto prevê a recuperação do muro e da calçada, bem como a iluminação e o paisagismo do local. Já a colocação de uma grade em toda a parte externa, que proporcionará mais segurança ao ambiente religioso, tem o custo um pouco mais caro, deve ser a última parte da obra.

domingo, 6 de maio de 2012

LITURGIA DO 5º DOMINGO DA PÁSCOA - 06/05/2012




“CRESCIMENTO E
TENSÕES NA IGREJA!”
Conflitos e tensões, tanto em nível interno como externo, sempre farão parte da vida e da caminhada das comunidades cristãs. Guardando com fé a Palavra de Jesus e enraizadas Nele pela comunhão fraterna, as comunidades cristãs encontrarão forças para enfrentar esses desafios e tornarem-se videiras fecundas, produzindo frutos de vida e salvação.

5º Domingo da Páscoa
1ª Leitura: At 9,26-31
Salmo Responsório:  21
2ª Leitura: 1Jo 3,18-24
Evangelho: Jo 15,1-8

EVANGELHO
JOÃO 15,1-8

Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 1“Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. 2Todo ramo que em mim não dá fruto ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais frutos ainda.

3Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei.

4Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim.

5Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim, e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

6Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados.

7Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado.

8Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju - Sergipe

No passado domingo escutamos o Senhor Jesus, vencedor da morte, Autor da Vida, que nos revelava com doçura e profundidade: “Eu sou o Bom Pastor” (Jo 10,11). Hoje, novamente, voltamos nosso olhar para o Senhor, imolado por nós e, por nós, ressuscitado; escutemo-lo mais uma vez: “Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor!” Caríssimos, para compreender esta palavra de Jesus é necessário recordar o povo de Israel, a vinha eleita de Deus, vinha que o Senhor arrancou do Egito e plantou na terra santa; vinha que o Senhor cercou de cuidados e de carinho. Vinha que, no entanto, não deu os frutos esperados! Escutemos as queixas do Senhor pela boca do Profeta Isaías: “Que me restava fazer à minha vinha que eu não tenha feito? Por que, quando eu esperava que ela desse uvas boas, deu apenas uvas azedas? Agora vos farei saber o que vou fazer da minha vinha! Arrancarei a sua cerca para que sirva de pasto, derrubarei seu muro para que seja pisada... A vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel; e os homens de Judá são a sua plantação preciosa. Deles esperava o direito, mas o que produziram foi transgressão; esperava a justiça, mas o que apareceu foram gritos de desespero” (Is. 5,4-5.7). Israel foi a vinha infiel; pois bem, agora surge Aquele que é o Israel verdadeiro, a verdadeira videira que dá o bom fruto, o fruto doce da obediência ao Pai até a morte e morte de cruz! Eis, meus caros: Jesus é o Israel fidelíssimo, a verdadeira vinha plantada pelo Pai. Na obediência e na fidelidade, ele deu fruto de vida eterna. O salmo de meditação da Missa de hoje, um trecho do Salmo 21, aquele mesmo que Jesus rezou na cruz e que começa com a súplica “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” – este Salmo recorda bem o preço da obediência do nosso Senhor... - Jesus amado, tu és a Vinha verdadeira! Na obediência ao teu Pai, divino Agricultor, deste para nós fruto de vida eterna. Morreste, mas estás vivo para sempre! Bendito sejas tu! A ti a glória!

Essa Videira viva e verdadeira, plena do Santo Espírito, que é a vida do Pai, nos vivifica. Foi por nós que Jesus, a Videira, morreu; foi por nossa causa que ele ressuscitou! Escutemo-lo ainda: Todo ramo que em mim não dá fruto o Pai o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda. Permaneci em mim e eu permanecerei em vós. Como não pode dá fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira e vós sois os ramos”. Eis, amados irmãos, fomos enxertados na videira verdadeira: em Jesus, somos a Igreja, o novo Israel, a vinha eleita do Senhor. Somo-lo, porque, pelo batismo, fomos enxertados em Cristo e, agora, vivemos da sua seiva bendita, que é o Santo Espírito. São João nos disse na segunda leitura, que sabemos que Deus permanece conosco e nós nele porque temos o seu Espírito... Que realidade bela e misteriosa: estamos unidos a Cristo de verdade, de verdade vivemos a sua vida nova, vida que ele adquiriu na ressurreição. O que o Senhor espera de nós? Que não sejamos como o povo da Antiga Aliança, que produziu uvas azedas! O Senhor espera de nós frutos doces; doces da doçura do Cristo que, por nosso amor, fez-se obediente até a morte e morte de cruz!

Que devemos fazer para produzir frutos no Senhor? São João nos diz na segunda leitura que o fruto que podemos produzir é crer no Filho amado e nos amar uns aos outros, como ele nos mandou. Compreendamos que ser cristão é viver enxertados em Cristo e nos tornamos ramos da mesma videira. Podemos dizer a mesma coisa de outro modo, usando as palavras de São Paulo: Cristo é a Cabeça, nós somos os membros do corpo que é a Igreja. Os membros vivem da vida da Cabeça como os ramos vivem da seiva que brota do tronco. Compreendeis, irmãos? A Igreja não é simplesmente a soma dos crentes... Não somos nós que fazemos a Igreja... Ela nasce de Cristo, ela nos é anterior; e nós, pela graça de Deus, somos nela enxertados pelo batismo e a eucaristia. Ser cristão é ser Igreja; e ser Igreja é estar profundamente unido a Cristo e, em Cristo, unidos uns aos outros. Nunca esqueçamos: vivemos a mesma vida, nutrimo-nos da mesma seiva: esta vida, esta seiva é o Santo Espírito do Ressuscitado! Fora de Cristo, que fruto daríamos? Separados do tronco, fora da videira, como permaneceríamos vivos da vida divina? Como poderíamos produzir frutos de vida eterna? É permanecendo em Cristo, cabeça e tronco da Igreja, que viveremos da sua energia, da sua seiva, isto é, do seu Espírito Santo.

Mas, isso não nos livra das dificuldades. Desde os inícios, a vida dos cristãos é marcada por provações interiores e exteriores; desde as origens há dificuldades mesmo entre os irmãos na fé. Recordai a situação da primeira leitura de hoje: a desconfiança da comunidade em relação a São Paulo... Então: tribulações exteriores, tribulações interiores; momentos de dor, momentos de escuridão... Onde está Cristo? Não é ele a videira? Nele não estamos seguros? Sim! Mas, não seguros de seguranças humanas! Jesus nos previne no Evangelho de hoje para as podas da vida, podas que o Pai consente, para que demos fruto de vida eterna, fruto de uma vida totalmente enxertada em Cristo e, com Cristo, em Deus: “Todo ramo que em mim não dá fruto o Pai o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda”. Eis: batizados em Cristo, nele permaneçamos enxertados; alimentemo-nos da sua seiva na eucaristia; suportemos com absoluta confiança nele as podas e purificações da vida... Se o fizermos, produziremos verdadeiro fruto, fruto de vida eterna.

ORAÇÃO
Ó Deus, Pai de bondade, que nos redimistes e adotastes como filhos e filhas, concedei aos que creem no Cristo a liberdade verdadeira e a herança eterna.  Amém!

Editado por MFC ALAGOAS

sábado, 5 de maio de 2012

MFC-RS REALIZOU ENCONTRO ESTADUAL EM BAGÉ

MFC do Rio Grande do Sul esteve reunido em Bagé


A
 Equipe de Coordenação Estadual do Rio Grande do Sul esteve reunida nos dias 28 e 29 de abril na cidade de Bagé com a participação da coordenação estadual e representante das ECCi - Equipes de Coordenação das 7 Cidades onde o MFC está presente. O Encontro Estadual realizou-se no Centro Diocesano São José.

O Encontro realizado num clima de muita harmonia, partilha e de crescimento para os participantes, iniciou-se às 13h30min do sábado (28) com as boas vindas dos coordenadores da cidade de Bagé e a palavra do casal coordenador estadual, Fátima e Jairo Azevedo. Após a abertura oficial, o Encontro prosseguiu com o momento de espiritualização promovido pela ECCi-Tapejara.

Com a aprovação da ata do Encontro anterior, foram discutidos os seguintes temas:
REPASSE DO CONDIR; ENA; DIA “D’’; SERFIN; PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CONDIR; ORÇAMENTO CONDIR; PRESTAÇÃO DE CONTAS ECE; ORÇAMENTO ECE; AGLA; EZO; CNLB/CNBB (doc. 62); PROCESSO DE SUCESSÃO; ATUAÇÃO; FATO E RAZÃO.

Após as discussões dos temas, as ECCi tiveram a oportunidade de expor sobre suas atuações por 15 minutos. Houve ainda no sábado o momento de espiritualização da ECCi-Rio Grande, Celebração Eucaristica e um delicioso jantar encerrando o primeiro dia do ENCONTRO ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL.

No domingo (29), às 8 horas aconteceu o momento de espiritualização da ECCi-Porto Alegre. Em seguida, o casal Kitty e Mauro da ECCi-Rio Grande, realizaram uma palestra de formação com o tema “Valores”.

Às 10h20min, o casal Rosana e Valério - Assessoria dos Encontros de Noivos da ECE, fizeram um trabalho com todos os responsáveis pelos Encontros de Noivos das ECCi’s, realizando a exposição do trabalho, grupos e após plenário.

O último momento de espiritualização do ENCONTRO ESTADUAL em Bagé foi realizado pela ECCi-Bagé. A coordenação estadual encerrou o Encontro, desejando um feliz retorno as suas cidades de origem e convidando a todos para o Almoço de Encerramento.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

MFC PELOTAS/RS REALIZA O 85º ENCONTRO BODAS DE CANÁ




O
 Movimento Familiar Cristão de Pelotas – Rio Grande do Sul realiza neste final de semana - 5 e 6 de maio, na Casa Cenáculo, o 85º ENCONTRO BODAS DE CANÁ, com casais cristãos, sem limite de idade ou de tempo de união.

Com o lema “As famílias deve ser uma escola onde se aprende a amar com testemunho”, a ECCi-Pelotas espera realizar mais um trabalho de evangelização nas famílias, com a proteção da Santíssima Trindade.

O 85º ENCONTRO BODAS DE CANÁ terá inicio às 13h30min do sábado (05) e as inscrições ainda podem ser realizadas através dos telefones: 3228-3412, 3272-3424, 3225-7667 e 3302-8433.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

MISSA DE ENTREGA DA 29ª NUCLEAÇÃO DO MFC MACEIÓ SERÁ HOJE


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oje, quinta-feira, dia 03, às 19 horas, os mefecistas que trabalharão na 29ª NUCLEAÇÃO DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ, estarão reunidos na Capela do Colégio Imaculada Conceição, no bairro de Pajuçara, para a SANTA MISSA DE ENTREGA, celebrada pelo Padre Manoel Henrique, assessor eclesiástico estadual do Movimento Familiar Cristão.

Participam da SANTA MISSA DE ENTREGA todos os dirigentes, casais assessores, coordenadores, membros das equipes de trabalho e auxiliares de comunidade. A coordenação geral recomenda que todos vistam a camisa do MFC durante a Missa e durante toda a Nucleação.

É importante que todos que trabalharão na 29ª NUCLEAÇÃO DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ participem da SANTA MISSA DE ENTREGA, onde ofertarão ao Senhor o trabalho, a dedicação e o empenho em mais uma Nucleação a serviço da propagação da palavra de Deus.


A 29ª NUCLEAÇÃO do Movimento Familiar Cristão de Maceió terá inicio às 18 horas desta sexta-feira, 04 de maio. Seu encerramento está previsto para às 19 horas do domingo, 06 de maio.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

CONDIR NORDESTE APOSTA NA EXPANSÃO DO MFC


D
esde que assumiu a Coordenação Regional Nordeste do Movimento Familiar Cristão, James e Fátima Medeiros se dedicam a expansão do MFC na região.


Na sexta-feira, 27, membros do Movimento Familiar Cristão de Alagoas, à serviço do Conselho Diretor Regional Nordeste (CONDIR/NE), partindo de Maceió (AL), percorreram aproximadamente 1.500 quilômetros, visitando as cidades de Taipu (RN), Natal (RN) e Guarabira (PB), em missão de expansão do MFC na região Nordeste.

Os mefecistas alagoanos James e Fátima – coordenadores estadual Alagoas e regional Nordeste; Jorge e Penha – SERCOM CONDIR/NE; Vamberto – vice-coordenador estadual Alagoas e regional Nordeste; Fiel e Claudete – secretários estadual Alagoas; Flávio e Lucila – assessores estadual Alagoas de Expansão e Nucleação; e Gastão – assessor estadual Alagoas de Expansão e Nucleação, em missão, partiram de Maceió para os Estados do Rio Grande do Norte e Paraíba, para se reunir com leigos e autoridades eclesiásticas para formar novos núcleos e reativar núcleos que no passado funcionaram.

Padre Francisco  e os mefecistas de Alagoas
Na tarde da sexta-feira (27), no Rio Grande do Norte, os mefecistas a serviço do Conselho Diretor Regional Nordeste do Movimento Familiar Cristão se reuniram na Cidade de Taipu com o Padre Francisco de Assis Inácio, pároco e administrador das Paróquias de Taipu e Poço Branco.

Na reunião em Taipu, James e Fátima - coordenadores regionais fizeram uma explanação da história do MFC no Brasil, destacando o trabalho realizado pelo movimento com as famílias. Padre Francisco de Assis Inácio disse já conhecer a história do MFC na Cidade de Taipu, quando atuavam na paróquia as freiras da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, religiosas oriundas do Rio Grande do Sul, que ao chegarem ao Rio Grande do Norte, fundaram o Movimento Familiar Cristão na cidade para trabalhar com as famílias. O pároco se mostrou bastante interessado em reativar o Movimento Familiar Cristão na paróquia, destacando a necessidade de ter pessoas trabalhando em prol da família, especialmente as mais carentes, as mais incompletas pelo abandono do lar, pela marginalidade, doença e até mesmo pela ignorância.

Padre Francisco ofereceu um saboroso lanche
Ficou acertado que o Padre Francisco conversará com casais interessados em participar da nova fase do Movimento Familiar Cristão e o MFC, através do CONDIR NORDESTE, voltará para realizar um Encontro de Casais, fundando oficialmente mais um núcleo mefecista na região Nordeste.

Após a reunião, Padre Francisco de Assis Inácio ofereceu um belíssimo lanche aos mefecistas. Os mefecistas deixaram com o padre as últimas três edições do Jornal Atuação, edições 76 e 77 da Revista Fato e Razão, Estatuto e Regimento atualizado do MFC e a história impressa do MFC.

Fátima, Ir. Marilúcia, Ir. Natalina e James
No sábado (28), pela manhã, já em Natal, capital do Rio Grande do Norte, os mefecistas se reuniram com as Irmãs Natalina e Marilúcia, da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, religiosas que ao chegarem ao Rio Grande do Norte, fundaram o MFC na cidade de Taipu, com 12 casais, para trabalharem as famílias, empregando as diretrizes do MFC Nacional, promovendo reuniões mensais, momentos de formação, lazer, evangelização, etc. O MFC em Taipu chegou a funcionar com 32 casais, mas, com o decorrer do tempo, e sem novas nucleações, parou no tempo, e hoje apenas as lembranças boas marcam aqueles que viveram o MFC na sua essência.

Mefecistas e as Irmãs em Natal/RN
As irmãs contaram um pouco da história do MFC no Rio Grande do Norte, principalmente em Taipu, onde o MFC foi importante no trabalho realizado com as famílias. “Ainda hoje, alguns casais que participaram do MFC de Taipu, que hoje moram em Natal, se reúnem uma vez por mês, aqui em casa, relembrando as reuniões do MFC”. Disse a Irmã Natalina.

James propôs as Irmãs que fizesse um convite aos mefecistas da época de Taipu, para que marcasse uma reunião, com a presença de mefecistas da regional Nordeste, para reativar o grupo e formarem, com novos casais, mais um núcleo do MFC. As Irmãs se comprometeram em fazer o convite e marcar a reunião.

Futuros mefecistas atentos a palestra sobre o MFC
Na noite do sábado (28), na cidade de Guarabira (PB), a 98 quilômetros da capital João Pessoa, os mefecistas do CONDIR/NE se reuniram no auditório do Victor's Center Hotel, com 34 pessoas, onde a coordenação regional fez uma explanação do que é o MFC, seu carisma, seu ser, natureza, objetivo, metodologia, etc.

Foi distribuído material impresso com a história do MFC, Jornais Atuação, Estatuto e Regimento e Revistas Fato e Razão. Após analisar tudo que ouviram e o material recebido, as 34 pessoas se reunirão no dia 17 de maio para decidirem se participam do MFC.

Mefecistas reunidos com Dom Lucena em Guarabira/PB
Na manhã do domingo (29), ainda em Guarabira, o MFC se reuniu com o Bispo diocesano, Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, que ouviu da coordenação regional Nordeste do MFC uma explanação do que é o MFC, sua metodologia, carisma, objetivo, etc. Os mefecistas falaram da reunião com as 34 pessoas, realizada na noite anterior, e do desejo em fundar um núcleo do MFC em Guarabira.

Os mefecistas de Alagoas com Dom Lucena
Dom Lucena, relatou que já conhecia a atuação do Movimento Familiar Cristão, em Caicó, Rio Grande do Norte, quando o movimento funcionava. Disse da satisfação em receber os missionários do Movimento Familiar Cristão em sua casa. Dom Lucena recebeu material impresso do MFC. A visita foi concluída com uma oração e a benção de Dom Lucena aos mefecistas nessa missão de expansão do MFC na região Nordeste. 

terça-feira, 1 de maio de 2012

CORREIO MFC BRASIL Nº 284


Espiritualidade e religião se complementam, mas não se confundem. A espiritualidade existe desde que o ser humano irrompeu na natureza, há mais de 200 mil anos. As religiões são recentes, não ultrapassam 8 mil anos de existência.

ESPIRITUALIDADE E RELIGIÃO
FREI BETTO
 
A
 religião é a institucionalização da espiritualidade, assim como a família é do amor. Há relações amorosas sem constituir família. Do mesmo modo, há quem cultive sua espiritualidade sem se identificar com uma religião. Há inclusive espiritualidade institucionalizada sem ser religião, como é o caso do budismo, uma filosofia de vida.

As religiões, em princípio, deveriam ser fontes e expressões de espiritualidades. Nem sempre isso ocorre. Em geral, a religião se apresenta como um catálogo de regras, crenças e proibições, enquanto a espiritualidade é livre e criativa. Na religião, predomina a voz exterior, da autoridade religiosa. Na espiritualidade, a voz interior, o "toque” divino.

A religião é uma instituição; a espiritualidade, uma vivência. Na religião há disputa de poder, hierarquia, excomunhões e acusações de heresia. Na espiritualidade predominam a disposição de serviço, a tolerância para com a crença (ou a descrença) alheia, a sabedoria de não transformar o diferente em divergente.

A religião culpabiliza; a espiritualidade induz a aprender com o erro. A religião ameaça; a espiritualidade encoraja. A religião reforça o medo; a espiritualidade, a confiança. A religião traz respostas; a espiritualidade suscita perguntas. As religiões são causas de divisões e guerras; as espiritualidades, de aproximação e respeito.

Na religião se crê; na espiritualidade se vivencia. A religião nutre o ego, pois uma se considera melhor que a outra. A espiritualidade transcende o ego e valoriza todas as religiões que promovem a vida e o bem.

A religião provoca devoção; a espiritualidade, meditação. A religião promete a vida eterna; a espiritualidade a antecipa. Na religião, Deus, por vezes, é apenas um conceito; na espiritualidade, uma experiência inefável.

Há fiéis que fazem de sua religião um fim e se dedicam de corpo e alma a ela. Ora, toda religião, como sugere a etimologia da palavra (religar), é um meio para amar o próximo, a natureza e a Deus. Uma religião que não suscita amorosidade, compaixão, cuidado do meio ambiente e alegria, serve para ser lançada ao fogo. É como flor de plástico, linda, mas sem vida.

Há que tomar cuidado para não jogar fora a criança com a água da bacia. O desafio é reduzir a distância entre religião e espiritualidade, e precaver-se para não abraçar uma religião vazia de espiritualidade nem uma espiritualidade solipsista, indiferente às religiões.

Há que fazer das religiões fontes de espiritualidade, de prática do amor e da justiça, de compaixão e serviço. Jesus é o exemplo de quem rompe com a religião esclerosada de seu tempo, vivencia e anuncia uma nova espiritualidade, alimentada na vida comunitária, centrada na atitude amorosa, na intimidade com Deus, na justiça aos pobres, no perdão. Dessa espiritualidade resultou o cristianismo.

Há teólogos que defendem que o cristianismo deveria ser um movimento de seguidores de Jesus, e não uma religião tão hierarquizada e cuja estrutura de poder suga parte considerável de sua energia espiritual.

O fiel que pratica todos os ritos de sua religião acata os mandamentos e paga o dízimo e, no entanto, é intolerante com quem não pensa ou crê como ele, pode ser um ótimo religioso, mas carece de espiritualidade. É como uma família desprovida de amor.

O apóstolo Paulo descreve magistralmente o que é espiritualidade no capítulo 13 da Primeira Carta aos Coríntios. E Jesus a exemplifica na parábola do Bom Samaritano (Lucas 10, 25-37) e faz uma crítica mordaz à religião em Mateus 23.

A espiritualidade deveria ser a porta de entrada das religiões. Antes de pertencer a uma Igreja ou a uma determinada confissão religiosa, melhor propiciar ao interessado a experiência de Deus, que consiste em se abrir ao Mistério, aprender a orar e meditar, penetrar o sentido dos textos sagrados.

*Frei Betto é escritor, autor de Um homem chamado Jesus (Rocco), entre outros livros.

A CHANTAGEM INDECOROSA
HELIO AMORIM – MFC/RJ

O
 senador rei da soja desafiou a presidente da República por todos os canais de TV: “ou devolve para o meu partido o ministério dos Transportes, ou os nossos oito senadores passam para a oposição ao governo”.

O senador não ficou rubro de vergonha nesse também vergonhoso episódio de política suja. Ao contrário, exibia a clássica pose de poderoso defensor do povo brasileiro ao exigir a devolução para o partido do feudo que se transformou no que há de mais sujo na política brasileira ao longo de uma década de corrupção.

Denúncias e crimes financeiros comprovados derrubaram o ministro do partido e toda a cúpula dos órgãos que cuidam ou descuidam das rodovias e ferrovias brasileiras, com dezenas de demissões por ordem da presidente.

O escândalo maior, após o desmantelamento da quadrilha, chegou com esse desafio do senador milionário à presidente. Os oito honestos senadores do partido irão para a oposição se não lhes devolverem o ministério para a recomposição da máfia desarticulada. Não é por discordância com a política, com os programas estratégicos, com as prioridades ou o planos do governo, que eles apoiam e continuarão apoiando se lhes devolverem a chave desse tesouro.

É incrível esses senhores não perceberem a desonestidade explícita dessa chantagem política indecorosa capaz de corar o mais insensível chefe de quadrilha de traficantes ou produtor de pornografia. Porque a cena do senador brandindo as armas foi realmente pornográfica, capaz de justificar uma perda de mandato por mau comportamento e falta de decoro parlamentar.

A presidente deverá prosseguir nessa faxina para manter higiênico o seu governo sem ceder a indecentes chantagens dos personagens de sempre que usam o poder para dilapidar o tesouro de todos. Têm crises nervosas cada vez que parte desse poder de barganhas lhes é retirado.


A PARÁBOLA DO MAR DA GALILÉA
E DO MAR MORTO
PADRE LEANDRO PADILHA

N
a Terra Santa encontramos dois mares bem conhecidos. Embora alimentados pelo mesmo Rio Jordão, eles são, no entanto, totalmente distintos um do outro.

O Mar da Galiléa é de água doce e contém muitos peixes. Seu litoral é salpicado por cidades e belas aldeias. As colinas que rodeiam o mar são férteis e verdejantes.

O outro mar é o Mar Morto. É célebre pela sua densidade de sais minerais. Não tem peixes. Os vegetais não têm condições de vida. Seus arredores são desertos. Não existe área verde. O Mar Morto apresenta aspecto desolador.

De onde vem esta diferença?
A explicação é simples e simbólica.

O Mar da Galiléa recebe pelo norte as águas do Rio Jordão, com toda sua carga de vida e fertilidade. Porém não guarda para si esta fertilidade. As águas seguem seu curso para o sul.

É um mar que recebe a água do Monte Hermon e das colinas de Golan. Riquíssimo em águas e em vegetação, o Mar da Galiléa não vive para si; reparte tudo aquilo que recebe de cima.

O Mar Morto é totalmente diferente. Recebe igualmente a água do Rio Jordão, mas retém esta água para si. Não possui saída. Enquanto as águas se evaporam, todos os sais minerais se acumulam no enorme recipiente fechado. A excessiva saturação é estéril, não permite vegetação alguma, não tem vida.

É um mar que mata. É o Mar Morto.

O Movimento Familiar Cristão (MFC) congrega 8 mil famílias no Brasil e cerca de 100 mil nos cinco continentes. Através dessas famílias cristãs dedica-se a anunciar e lutar por um mundo mais justo e fraterno no qual todas as famílias possam exercer com dignidade a sua missão de formar pessoas e transmitir sua fé, valores humanos e espirituais, denunciando os mecanismos sociais e econômicos que conspiram contra essa construção que Jesus chamou de Reino de Deus. O MFC é de Utilidade Pública Federal e foi reconhecido por Decreto do Vaticano como entidade de fiéis de direito privado a nível mundial.