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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

MFC SANTO ANTÔNIO DA PLATINA-PR CONCLUIU NOVENA DE NATAL



O
 Movimento Familiar Cristão de Santo Antônio da Platina – Paraná concluiu no dia 9 de dezembro de 2012, a tradicional NOVENA DE NATAL DO MFC, iniciada no dia 1º de dezembro, no Salão Paroquial da Avenida, sempre com início às 20 horas.

Seguindo uma escala pré-estabelecida, cada dia, casais dos Grupos de Base coordenaram a novena. As famílias necessitadas receberam cestas básicas doadas pelos Grupos de Base.

A coordenação desta atividade foi de responsabilidade do Grupo São Francisco de Assis. 

ESCALA
DIA
GRUPOS
01/12
Ágape, Cristo Força e Vida, Divina Providência, Integração, Renascer.
02/12
Aliança em Família, Buscando a Graça de Deus, Nossa Senhora Aparecida, Renovados em Cristo, Vida Nova em Cristo.
03/12
Coração de Jesus, Em Nome do Amor, Frei Ramiro Unidos em Cristo, Sagrada Família, São Pedro.
04/12
Colorado, Família Cristã, Família Reunida em Santa Clara, Reino de Luz, Trindade Santa.
05/12
Anjos da Luz, Cristo Vivo em Família, Espelhando em Maria, Nos Braços do Pai, S. J. Tadeu.
06/12
Família de Maria, Menino Jesus, Nova Aliança, São Francisco de Assis, Unidos na Santa Ceia.
07/12
Aliança Renovada, Apóstolo de Cristo, Esperança da Graça Divina, Seguidores de Cristo, Unidos pela Fé.
08/12
Anjos da Fé, Cristo em Família, Integração, Sagrado coração de Maria, São José.
09/12
Colo de Maria, Divina Aliança em Cristo, Família de Jesus, Jesus Misericordioso, Nossa Senhora da Penha, Santa Rita de Cássia.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

MFC CONQUISTA-BA PROMOVE O PROJETO DE OLHO NO ÓLEO



A
 ECCi – Equipe de Coordenação de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Vitória da Conquista – Bahia iniciou mais uma campanha em defesa do meio ambiente com o PROJETO DE OLHO NO ÓLEO que tem a finalidade de reciclar o óleo de cozinha utilizado nos milhares de lares e estabelecimentos comerciais de Vitória da Conquista e região.

A campanha pretende incentivar a população a preservar o meio ambiente, evitando que o óleo chegue até o Rio Verruga, que abastece d’água a cidade de Vitória da Conquista e região.

O MFC manterá postos de coletas de óleo de cozinha dando a destinação adequada deste resíduo, proporcionando o bom funcionamento do sistema de esgotamento sanitário da cidade.

O óleo de cozinha contamina o meio ambiente e a população pode evitar a contaminação do solo e da água colocando o óleo usado em garrafas plásticas e entregando nos postos de coletas do MFC que dará o destino correto ao produto.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O ENFRAQUECIMENTO DA AUTORIDADE DOS PAIS


   
O ENFRAQUECIMENTO DA
AUTORIDADE DOS PAIS

N
em eu, nem você, podemos negar as vertiginosas transformações do meio sociocultural e da estrutura familiar. Dia a dia constatamos mudanças nas formas de relacionamento humano. Enxergamos, a olho nu, a crise de autoridade que assola o mundo e se estende para dentro da família. Ficamos perplexos, pois estamos convictos de que a autoridade é imprescindível a todo sistema bem constituído. Até mesmo Freud afirmava que os humanos necessitam imperiosamente de uma autoridade na qual possam apoiar-se.

A DESSACRALIZAÇÃO DA AUTORIDADE
É interessante revisarmos um pouco da história e assim entendermos como a autoridade foi perdendo terreno na sociedade e na família. Talvez possamos compreender melhor que muito do que havia na família do passado era autoritarismo, e que a luta contra ele em nada justifica a ausência de autoridade nos dias de hoje.

Na cultura tradicional vigorava a autoridade forte na relação do Estado com os súditos e no ambiente da família. Esta autoridade provinha de valores, costumes, normas. A perda de autoridade dos governantes, envolvidos com a corrupção e incapazes de proteção e da manutenção da paz, modificou esta situação, que sofreu um colapso. Diante da dessacralização da autoridade política, a família entrou em crise...
 
Roudinesco, em a “A família em desordem” (2003), analisa a família em três fases evolutivas: a primeira, dita “tradicional", era regida pelo poder do pai, como transposição direta do direito divino dos reis para o seio do privado, ou, dito de outra forma, o pai recebia o poder do rei, que, por sua vez, o recebia diretamente de Deus; a segunda, fase “moderna", é regida por uma lógica romântica, onde o casal se escolhe sem a interferência de seus pais, procurando uma satisfação amorosa, dividindo o poder e o direito sobre os filhos entre os pais e o Estado e/ou entre pais e mães. Finalmente, a terceira fase, "família contemporânea ou pós-moderna", onde a transmissão da autoridade vai ficando cada vez mais complexa em função das rupturas e recomposições que a família vai sofrendo.

A família “tradicional", submetida ao poder paterno, manteve-se por séculos e veio a abalar-se com a Revolução Francesa, que, ao propor um mundo laico, atingiu a até então inatacável figura de Deus Pai e seus sucedâneos, os reis. Estes são dessacralizados e destituídos, enfraquecendo consequentemente os pais, que eram seu equivalente no seio dos lares. Esse modelo familiar desmoronou definitivamente no final do Século XIX. E a autoridade restou fragilizada.

RESGATANDO A AUTORIDADE DOS PAIS
A autoridade de um pai, ou de uma mãe, se fundamenta num conjunto de valores por eles vividos, como por exemplo, falar a verdade, tratar o próximo com justiça, evitar excesso de bebidas alcoólicas, controlar a agressividade, dialogar, dar poder responsável aos filhos, não roubar, viver em paz com todos, ser solidário, etc. São esses valores e princípios que dão legitimidade às relações de mando e obediência. Sem eles os pais não têm “autoridade” para pedir a um filho que cumpra suas ordens.

A autoridade não é uma qualidade da pessoa, ela pertence ao reino da qualidade da relação: mantém-se, perde-se e recupera-se pelo modo de comportar-se. Para recuperar a autoridade, comece-se por melhorar, e muito, o comportamento e as relações dos próprios pais.

A autoridade é uma arma nas mãos de pais e educadores. Tanto o excesso (autoritarismo) como sua insuficiência (lassidão) constituem traumatismos afetivos cujos efeitos recaem sobre a personalidade da criança. São prejudiciais o rigor exagerado, a disciplina pétrea, as regras descabidas, mas, também o são a frouxidão, a folga, a ausência de limites e de firmeza em exigir o cumprimento da regra saudável. Na verdade, a demissão do exercício da paternidade está na raiz do problema. É preciso por o dedo na chaga e identificar a relação que existe entre o medo de punir e os efeitos antissociais, como a violência, por exemplo.

Uma das primeiras coisas que o ser humano aprende é que não pode tudo: muitas vezes na vida se sentirá frustrado e deprimido. É fundamental que desde criança viva experiências de frustração e que aprenda a tolerá-las e a administrá-las. Entretanto, reconheço que as experiências de êxito também são absolutamente necessárias.

O que os pais jamais poderão esquecer é que o afeto e a autoridade não são antagônicos, pelo contrário, são as muletas sobre as quais se apoia a personalidade vacilante do filho, da filha. Importa lembrar que o que respalda a autoridade dos pais é o tipo de vida que levam: eles não podem pedir aos filhos que façam o que eles mesmos não crêem e não cumprem.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

MISSA DA RESSURREIÇÃO E BODAS DE DIAMANTE DE SELMA AMORIM

A bela Igreja de São Pedro no Rio Comprido, RJ/RJ


H
elio Amorim, membro do Movimento Familiar do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro, agradeceu a família MeFeCista as mensagens pelo falecimento se sua inesquecível esposa, Selma Amorim, que durante sessenta anos de vida a dois, partiu para a casa do Pai.

“As mensagens nos deram ânimos, atenuando nossas dores e saudades. Por isso, agradecimentos nossos eternos. Selma seguirá vivamente presente em nossas vidas e um dia nos reencontraremos plenamente”. Disse Helio Amorim.

Com Selma muito presente e já glorificada, Helio Amorim celebrará, no próximo dia 29 de dezembro, às 18 horas, na bela Igreja de São Pedro, na Avenida Paulo de Frontin, 566, bairro Rio Comprido, no Rio de Janeiro/RJ, a MISSA DA RESSURREIÇÃO e BODAS DE DIAMANTE com a presença dos familiares e amigos.

Nossos relacionamentos, nossas vivências, nossas atuações no MFC, geram um comportamento de afeição, de amor, de fraternidade e de simpatia, resultando nas nossas grandes amizades fixadas ao plano de Deus.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

MFC RIO GRANDE-RS REALIZA MAIS UMA EDIÇÃO DE SERENATA DE NATAL



O
 Movimento Familiar Cristão do Rio Grande – Rio Grande do Sul promove mais uma edição de SERENATA DE NATAL, atividade realizada anualmente na época natalina com distribuição de mensagens, pequenas lembranças e doces para quem estão em instituições assistenciais, hospitais, asilos e também para famílias.

É uma forma que os casais que compõe o MFC do Rio Grande encontraram para partilhar fraternidade, carinho, esperança e alegrias neste período em que se comemora o nascimento de Jesus.

A SERENATA DE NATAL DO MFC iniciou-se no sábado (15), às 14 horas, no Pensionato e Asilo de Pobres do Rio Grande e Fazenda Vida Nova. O trabalho foi desenvolvido pelas Equipes Base: Semeadores, Peregrinos do Amor, Caminho Verdade e Vida, Pescadores e Bom Pastor.

Nesta segunda-feira (17), a partir das 19 horas, a SERENATA DE NATAL DO MFC visitará as entidades Orfanato Maria Carmem, Mosteiro São José, Casa do Menor e Lar Raio de Luz. As Equipes Base responsáveis pelo evento são: Mensageiros da Fé, São Francisco, Luz da Vida, Filhos da Luz e Gênesis.

Amanhã (terça-feira, 18), a partir das 19 horas, a SERENATA DE NATAL DO MFC estará nos hospitais Santa Casa e Universitário. As Equipes Base responsáveis são: Cristo Rei, Peregrinos de Maria, Esperança, Sagrada Família e Nossa Senhora de Fátima.

Na quarta-feira (19), a partir das 19 horas, as Equipes Base: DNA, Santo Agostinho, Ramos da Videira e Amor Maior, visitarão famílias da cidade levando a SERENATA DE NATAL DO MFC.

O encerramento da SERENATA DE NATAL DO MFC está previsto para o sábado (22), às 14 horas, saindo da Igreja do Carmo, seguindo pelo Calçadão da Rua Bacelar até a Catedral de São Pedro.

A SERENATA DE NATAL DO MFC DO RIO GRANDE têm como objetivo integrar e emocionar a população e os próprios membros do Movimento Familiar Cristão neste período natalino.

domingo, 16 de dezembro de 2012

LITURGIA DO 3º DOMINGO DO ADVENTO - 16/12/2012

  
   
“ESTÁ NO MEIO DE TI O VALENTE GUERREIRO QUE TE SALVA!”

Aproximemos-nos alegres da presença do Senhor que vem para nos salvar. É o Senhor que caminha junto a seu povo, animando e fortalecendo-o diante das dificuldades e incertezas da vida. Nossa alegria se completa na presença de Jesus Cristo, que realiza o plano de salvação do Pai. Alegres e esperançosos, caminhemos na força de nosso Deus que vem.


3º DOMINGO DO ADVENTO

1ª Leitura: Sf 3,14-18a
Salmo Responsório:  Is 12,2-6
2ª Leitura: Fl 4,4-7
Evangelho: Lc 3,10-18

EVANGELHO
LUCAS 3,10-18

Naquele tempo, 10as multidões perguntavam a João: “Que devemos fazer?”

11João respondia: “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!”

12Foram também para o batismo cobradores de impostos, e perguntaram a João: “Mestre, que devemos fazer?”

13João respondeu: “Não cobreis mais do que foi estabelecido”.

14Havia também soldados que perguntavam: “E nós, que devemos fazer?”
João respondia: “Não tomeis à força dinheiro de ninguém, nem façais falsas acusações; ficai satisfeitos com o vosso salário!”

15O povo estava na expectativa e todos perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. 16Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. 17Ele virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga”.

18E ainda de muitos outros modos, João anunciava ao povo a Boa Nova.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju - Sergipe

Este terceiro Domingo do Advento é conhecido na Liturgia como Domingo Gaudete – “Domingo alegrai-vos!” Com efeito, a alegria é a nota, o clima de toda a Eucaristia da hoje. E por quê? Basta escutar o Apóstolo, na segunda leitura: “Alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos! O Senhor está próximo!” Vede, caríssimos, que o nosso desejo de Advento está para ser realizado: o Senhor vem, vem para salvar-nos, e nós veremos seu rosto, nele haveremos de encontrar a alegria, nele teremos a graça da salvação. Mas, a que vinda a liturgia de hoje se refere? De qual chegada a Igreja fala? Das três, caríssimos; daquelas três vindas de que nos falava São Bernardo de Claraval nos seus sermões. Escutemos o que ele nos ensina: “Conhecemos uma tríplice vinda do Senhor. Entre a primeira e a última há uma terceira vinda. Aquelas são visíveis, mas esta não. Na primeira vinda o Senhor apareceu na terra e conviveu com os homens. Foi então, como ele próprio declara, que o viram e o odiaram. Na última, todos os homens verão a salvação de nosso Deus e verão aquele que traspassaram. A vida intermediária é oculta. Nela somente os eleitos o vêem em si mesmos e recebem a salvação. Na primeira o Senhor veio na fraqueza da carne. Nesta ele vem na força do Espírito e na última virá no esplendor de sua glória. Esta vinda intermediária é como um caminho que conduz da primeira à última. Na primeira Cristo foi nossa redenção; na segunda aparecerá como nossa vida; nesta é nosso repouso e consolo”. Então, amados em Cristo, três vindas de uma só vez nós preparamos neste santo Advento; para três chegadas procuramos estar vigilantes: a do Natal, princípio da nossa salvação; a de cada dia, que marca e torna efetivo nosso acolhimento ou nossa rejeição da salvação trazida pelo santo Messias de Deus; e, finalmente, a vinda do final dos tempos, quando, na sua glória, tudo será manifestado e aparecerá claramente nossa salvação ou nossa danação, de acordo com nosso comportamento hoje em relação ao Senhor!

            Portanto, alegremo-nos porque o Senhor vem e sua vinda traz a salvação! Celebrando sua vinda no Natal, experimentaremos o quanto Deus é fiel às suas promessas e encher-nos-emos de alegria e ânimo para reconhecer suas vindas a cada dia, preparando-nos para o encontro com ele no Final dos tempos, quando toda dor, todo pranto, toda morte serão vencidos! Cuidado, irmãos, com o desânimo; cuidado com a tibieza, cuidado com a frieza de coração! Cuidado também com o espírito do mundo, com o paganismo em nossos pensamentos e ações! Cuidado para não descuidarmos das coisas de Deus, para não desacreditarmos de suas palavras e não fechar para ele o nosso coração! Ele vem, e vem porque nos ama, e vem para salvar! Assim sendo, acolhamos as consoladoras palavras de Sofonias: “Canta de alegria, Sião; rejubila, Israel! Alegra-te exulta de todo coração! O Senhor está no meio de ti, nunca mais temerás o mal! Não temas, Sião; não te deixes levar pelo desânimo! O Senhor exultará de alegria por ti, movido por amor, como nos dias de festa”! Meus caros, que tristeza a vida se tivéssemos de vivê-la sozinhos, se não houvesse um Destino bendito! Que tédio a nossa existência, se não houvesse um Deus-Salvador que visse nosso caminhar, que recolhesse nossas lágrimas, que fosse nosso companheiro na solidão e na dor, no medo e na angústia de cada dia! A vida não pode ser somente viver e morrer; nosso caminho sobre a terra não pode ser uma passageira ilusão, uma distração maluca e alucinada para não nos lembrar que aqui estamos de passagem e que um dia morreremos... Caminhamos para o Senhor que vem, meus irmãos! E ele vem mesmo, porque é fidelíssimo! Pois, alegremo-nos: o nosso Deus é um Deus próximo; Deus de perto e não de longe! Saibamos reconhecê-lo. Saibamos acolhê-lo! “Não vos inquieteis com coisa alguma! A paz de Deus, que ultrapassa todo entendimento, guardará os vossos corações e pensamento em Cristo Jesus!”

            E, no entanto, amados em Cristo, a certeza da Vinda do Cristo deve fazer que procuremos sinceramente acolhê-lo pela estrada da conversão sincera! Por isso mesmo, no meio da alegria deste Domingo cor-de-rosa, surge a figura dura e austera de João Batista, o profeta vindo do deserto, vestido de pele de camelo atada por um cinto de couro. Sua figura rústica e sua palavra dura não são para nos amedrontar, não têm como objetivo apagar a alegria, mas são uma séria advertência! Eis a questão: o mundo procura a alegria. Agora mesmo, final de ano, o champagne correrá solto, os sorrisos e votos de felicidade e paz serão abundantes, a alegria encherá tantos corações e estará estampada em tantos lábios. Mas, é uma alegria duradoura? É uma alegria verdadeira? Temos, realmente motivo para tanto? Não qualquer alegria, caríssimos, é autêntica alegria! No mundo há dor, solidão, pobreza, doença, morte; no mundo há treva, há nossas lutas interiores, há as quebraduras do nosso coração, nossas frustrações e fracassos, há nossas ansiedades, apreensões e feridas mal curadas... Como, então, alegrar-nos de verdade? Como fazer que nossa alegria não seja uma alienação, uma fuga vazia, uma mentira deslavada? “Alegrai-vos sempre no Senhor”, diz-nos o Apóstolo. E João Batista nos recorda e adverte que tal alegria somente pode ser fruto da sincera conversão que nos une a Deus! Hoje lhe perguntam no evangelho: “Que devemos fazer?” Também nós devemos repetir esta pergunta: Que devemos fazer para bem prepararmos o santo Natal? Que devemos fazer para acolher o Senhor no dia-a-dia? Que devemos fazer para estar de pé diante dele quando ele se manifestar em sua glória? ... E a resposta de João é bem concreta: sede fraternos, sede solidários, sede caridosos, não sejais violentos nem gananciosos! Em outras palavras: Convertei-vos, abri vosso coração! Abrir o coração para os irmãos é abri-lo para acolher o Deus que vem em Jesus! Ora, meus caros, é dessa nossa atitude que dependerá o destino de nossa vida! O santo Messias que esperamos e que sabemos que virá para salvar é aquele que, no fogo do seu Santo Espírito, “virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga!” Quão triste a nossa situação diante de Cristo se nossa vida não for mais que palha! Serviríamos apenas para sermos queimados no fogo eterno!

            Sendo assim, alegremo-nos! Mas, alegremo-nos de verdade! Alegra-se de verdade quem se alegra no Senhor e por causa do Senhor. Alegra-se no Senhor quem o procura com sinceridade no caminho da conversão, amando-o e amando o próximo por amor dele! Façamos sincera revisão de nossa vida, procuremos o sacramento da confissão, mudemos o que em nós precisa ser mudado! É este o caminho para o encontro com Aquele que vem! E que pelas preces de São João Batista, a santa Eucaristia que agora celebramos realize em nós a obra da salvação de Cristo, nos purifique dos pecados e nos prepare para as festas que se aproximam. Amém.

ORAÇÃO

Ó Deus de bondade, que vedes o vosso povo esperando fervoroso o Natal do Senhor, daí chegarmos às alegrias da salvação e celebrá-las sempre com intenso júbilo na solene Liturgia.  Amém!
   
Editado por MFC ALAGOAS

sábado, 15 de dezembro de 2012

MFC-MS DE LUTO, FALECEU JOSÉ IMISAAC SANTOS

Imissac deixa saudades


F
aleceu em São Paulo-SP, o membro do Movimento Familiar Cristão de Campo Grande – Mato Grosso do Sul, JOSÉ IMISAAC SANTOS, vitima de uma enfermidade que o deixou por muito tempo em tratamento na Cidade de São Paulo.

O corpo chegou a Campo Grande-MS por volta das 14 horas deste sábado, 15 de dezembro, sendo sepultado às 17 horas no Cemitério Parque das Palmeiras.

José Imisaac deixa esposa, filhos, netos e muitos amigos, que construiu em sua caminhada cristã. Era uma pessoa de fácil aceite, amigo, compreensível, carismático, temente a Deus e devoto de Nossa Senhora. Sempre foi um paroquiano participativo na sua comunidade religiosa e membro participativo do Movimento Familiar Cristão.

Confiantes no amor de Deus e na certeza de que agora JOSÉ IMISAAC SANTOS está na graça do Pai, elevemos os nossos pensamentos, em comunhão com a família, orando pela sua alma, unidos no sentimento e na prece.

A ECCi – EQUIPE DE COORDENAÇÃO DE CIDADE DE CAMPO GRANDE-MS expressa seus sentimentos à família enlutada, nesse momento de dor e sofrimento, com a certeza que Deus acolherá JOSÉ IMISAAC SANTOS em sua maravilhosa graça.

Nossos relacionamentos, nossas vivências, nossas atuações no MFC, geram um comportamento de afeição, de amor, de fraternidade e de simpatia, resultando nas nossas grandes amizades fixadas ao plano de Deus.

JESUS QUER NOS DAR A GRAÇA DA DOCILIDADE

Monsenhor Jonas Abib

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

O
 pecado original deixou dentro de nós uma tendência a fazer o que é proibido. Por isso, Jesus diz que não veio para abolir a Lei, mas para nos dar pleno cumprimento dela. A obra d'Ele é a mudança de nosso coração para que cumpramos a Lei com obediência e docilidade. Há uma grande diferença entre essas virtudes. A docilidade vem do coração, já a obediência pode ser externa, algo feito por obrigação. Muitas vezes, é difícil ser dócil, pois as coisas “rangem” dentro de nós por causa das consequências do pecado original.

São Paulo fala sobre isso de si mesmo: "Não me entendo, pois quero fazer o bem, mas acabo fazendo o mal. Infeliz de mim! Quem vai me libertar?" (cf. Romanos 7, 19). Jesus veio para nos dar a graça da docilidade. Ele quer e tem o poder de nos transformar. A Palavra de Deus, que está na Bíblia, é o próprio Jesus. Na Eucaristia, que celebramos todos os dias, o sacrifício de Jesus é renovado e oferecido ao Pai. O Filho se oferece a Ele nesse sacrifício.

A Eucaristia celebrada, recebida e adorada tem o poder de transformar o nosso coração e torná-lo dócil.

Deus o abençoe!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

DIVULGADA A RELAÇÃO DAS OFICINAS DO 18º ENA



A
 Coordenação do 18º ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO que acontecerá no período de 6 a 12 de julho de 2013, em Vitória da Conquista – Bahia, divulgou a lista de Oficinas que acontecerão durante o evento.

CONFIRA A LISTA DE OFICINAS DISPONÍVEIS
Nucleação e Caminhada dos Jovens;
Vivência e experiência da nucleação no MFC no Brasil;
Religiosidade e espiritualidade;
Resgatando vida – experiência para o tratamento da sobriedade;
Envelhecimento e sexualidade, vivência do tempo e relacionamento afetivo;
Consumismo e sustentabilidade: como trabalhar a preservação do meio ambiente no MFC;
Conjugalidade e parentalidade, desafios para as famílias hoje (marido e mulher, pais e filhos);
Formação nas equipes-base: Reuniões e Temários, Fato e Razão;
Projetos sociais e de formação: como organizar;
Papel dos leigos e leigas na sociedade e na Igreja instituição;
Vivências em grupos para a formação de novas lideranças.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MFC



E
m mais de meio século de vida o Movimento Familiar Cristão do Brasil construiu sua mística e seus carismas e perseguiu seus objetivos a partir da constante busca pela integração das famílias, primeiro reunindo-as em Equipes Base e a partir delas organizando-se numa estrutura que se ramifica por todo o território brasileiro.

A manutenção dessa unidade sempre foi possível não apenas porque a Equipe de Coordenação Nacional, assim como as regionais e estaduais, se reúne regularmente avaliando a caminhada e propondo metas de ação, mas principalmente porque os objetivos são os mesmos para todas as células e famílias que integram o MFC. Desde cedo, os dirigentes do MFC perceberam que uma Equipe Base jamais poderia desenvolver-se isoladamente e que a inter-relação com outras equipes de uma mesma cidade, estado ou país era absolutamente necessária. Perceberam também que os mesmos carismas que integram as famílias numa Equipe Base eram essenciais para integrar o MFC em todos os níveis e, assim, em cada encontro onde mefecistas se reúnem a serviço do próprio MFC ou em quaisquer outras situações, o acolhimento, a fraternidade e as trocas de experiências se fazem necessárias. Por isso, encontros nacionais teriam que ser realizados como forma de se manter a unidade de objetivos e como resposta aos anseios que brotavam das células.

Os Encontros Nacionais realizados com a periodicidade de três anos se constituem em necessidades absolutas para a vida e a existência do MFC, apesar de todas as dificuldades de organização que lhes são inerentes. À parte de todas as demais providências, para as quais se faz necessário a organização de equipes de serviço específicas, o núcleo de um Encontro Nacional é sem dúvida, o desenvolvimento do tema central ao longo do mesmo. Convencionou-se denominar de “Equipe de Metodologia e Conteúdo” a equipe de trabalho responsável pela operacionalização e sistematização do tema escolhido para ser desenvolvido. Uma das etapas desse processo, talvez a mais importante delas, é aquela em que a Equipe deve “ouvir” com atenção, as manifestações das Equipes Base sobre o tema. Esta etapa é chamada de “pré-ENA” porque é a partir dela que o Encontro propriamente dito irá se desenvolver. De um pré-ENA bem elaborado e participado dependem o sucesso ou o fracasso do ENA.

PRÓXIMO ENA

A AGN - Assembléia Geral Nacional do Movimento Familiar Cristão, que aconteceu em Vila Velha (ES), após o 17º ENA – Encontro Nacional do MFC, definiu que a cidade de Vitória da Conquista – Bahia será o local da realização do 18º ENA, previsto para acontecer de 6 a 12 de julho de 2013.

Recentemente, a Equipe de Coordenação do 18º ENA divulgou a Logomarca que será utilizada durante todo o evento.

CONHEÇA A DESCRIÇÃO DA MARCA DO 18º ENA







Com informações do MFC VITÓRIA DA CONQUISTA - BA

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

CONFRATERNIZAÇÃO DO MFC MURICI-AL SERÁ SÁBADO, 15



A
 Equipe de Coordenação de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Murici – Alagoas trabalha com os seus Grupos de Base para realizar sua CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO, no próximo sábado, 15 de dezembro, a partir das 20 horas, nas dependências do Colégio Cenecista Nossa Senhora das Graças.

O evento será no estilo partilha, com os participantes de Murici contribuindo com as comidas, bebidas e sobremesas. Haverá animação musical, troca de presentes e brincadeiras para todos os participantes.

Participam da CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO DO MFC MURICI todos os dirigentes, membros, seus familiares e MeFeCistas integrantes da Equipe de Coordenação Estadual e os MeFeCistas do MFC MACEIÓ que participaram da última Nucleação em Murici.

Os participantes que desejarem participar da troca de presentes devem levar um presente unissex, com o sorteio do “amigo” sendo realizada durante o evento.

A Equipe de Coordenação de Cidade do MFC MURICI, formada por Márcia Calazans (coordenadora), Roberto e Luzia (vice-coordenadores), Marciana (secretária) e Lourdes Marques (tesoureira), conta com o apoio dos coordenadores dos Grupos de Base e da Equipe de Coordenação Estadual que têm o casal James e Fátima Medeiros na Coordenação e na Vice-Coordenação o casal Vamberto e Marly.